Paulista de nascimento, amante de bons filmes e livros e cheesehead por pura paixão. Meu primeiro contato com a NFL foi num jogo entre Broncos e Steelers, na época Tim Tebow era o quarterback do time de Denver. Identifiquei-me com ele pelo fato de ser cristão, o que para mim não era algo tão comum assim, e por ser um bom jogador. Desde então, fiquei encantada pelo esporte. Mas foi em 2012 que vi Aaron Rodgers e Clay Matthews pela primeira vez e foi amor a primeira vista. A partir daí comecei a me informar sobre o time e também sobre a liga, as suas regras, os times participantes, os jogos históricos e a boa e velha rivalidade entre alguns times, o que torna o jogo bem mais interessante.

Será que Ted Thompson está preparado para encarar sua aversão de longa data em formar uma equipe com um investimento significativo no free agency?

Após chegar ao Divisional Round sem aparecer no Super Bowl pela quinta vez em seis  anos, o quarterback Aaron Rodgers  pressionou os  principais diretores do time a arriscar, enfatizando a “necessidade de se reinventar” para 2017.

Em sua aparição num programa da NFL.com, Ian Rapoport comunicou as expectativas de que Green Bay seja mais agressivo que o de costume nesta offseason.

“Como já falei anteriormente”, disse Rapoport, ” Eu penso que os Packers vão contratar alguns free agents esse ano, ao mesmo tempo em que tentarão renovar com Jared Cook que é a prioridade do time.”

Isso não quer dizer que Thompson está pronto para sair contratando. Durante uma coletiva de imprensa no fim da temporada, Mike McCarthy lembrou aos repórteres que Thompson ainda tem a filosofia de construir um time por meio do draft, e então renovar destes talentos já amadurecidos no time e a utilização do mercado aberto.

Para crédito de Thompson, ele foi  extraordinariamente bem sucedido em ocasiões raras quando abriu a carteira no período de free agency.

O presidente dos Colts, Bill Polian, encomendou um estudo o qual apontou que 50 por cento  das contratações em free-agency deram certo nos últimos seis anos.

Apesar da hesitação de Thompson em negociar contratos caros de veteranos experientes de outros times, um dos seus maiores investimentos foi o defensive tackle Ryan Pickett, cornerback Charles Woodson e o linebacker Julius Peppers.

Sua aposta de um ano em Cook deu generosos frutos, como o tight end  veloz que surgiu como uma das armas de Rodgers mais confiáveis, efetivas e de longa distância.

Cook não é o único jogador de ataque com um contrato prestes a acabar. McCarthy disse que “adoraria” ver o running back Eddie Lacy de volta com uma nova proposta de renovação.

Enquanto Thompson é indiscutivelmente um dos gerentes mais bem sucedidos da NFL nas últimas décadas, é fácil ver por que Rodgers e McCarthy estão pressionando-o para ampliar seu portifólio de construção de um time. As janelas do Super Bowl continuam abertas enquanto o corpo de Rodgers permitir que continue produzindo milagres.


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