Fã recente do Green Bay Packers, cada vez mais apaixonado pelo esporte e por esse time verde e amarelo.

Boa noite cheese heads, é isso mesmo, após essa partida de altas emoções, nossos heróis encerraram duas maldições. Começamos com muitos problemas contra o Bengals, e com isso eles conseguiram uma distância de duas posses de bola no final do segundo quarto (21×7). Fomos para o intervalo com dúvidas, raivas e desesperanças, mas mal sabíamos que as coisas estavam prestes a mudar. Voltamos para os dois últimos quartos e as coisas começaram a funcionar. O ataque começou a funcionar, as jogadas foram saindo e consequentemente os pontos vieram.

Para colaborar com tudo isso, a defesa começou a segurar o ataque do time de Cincinnati. No final do terceiro quarto, já tínhamos diminuído a diferença para apenas um touchdown (21×14). Precisávamos empatar o jogo ao menos. Logo em seguida, conseguimos um field goal, diminuindo a diferença (21×17), mas ainda não era suficiente. Para nossa tristeza, o Bengals conseguiu aumentar novamente a diferença, nos obrigando novamente a conseguir mais um touchdown (24×17).

Mas o que é um touchdown para Rodgers? Com um drive excelente, gastando todo o tempo do relógio, o empate veio (24×24). Num passe sensacional, para o canto da endzone, escapando dos dedos do defensor e indo exatamente para os braços de Jordy Nelson. Se já ia ser difícil ganhar do Bengals normalmente, na prorrogação seria pior. Justamente as duas “maldições” (aqui vai da fé de cada um) que o Packers e principalmente o Rodgers carregava nas costas. Há mais de 10 anos que Green Bay não ganhava na prorrogação (se quiserem saber mais, pesquisem por “a maldição de Favre”). E como se não pudesse piorar, o ÚNICO time que Rodgers nunca tinha ganhado como titular era o Bengals. Isso mesmo, quais eram as nossas chances?

Perdemos no cara ou coroa, parecia que não seria dessa vez que ambas as maldições seriam quebradas. A sorte parecia não estar ao nosso favor. O Bengals escolheu começar atacando, e bastava eles pontuarem, pra tudo ir por água abaixo. Para nossa alegria, nossa defesa parou o ataque deles. Agora o ataque só precisava marcar e o sofrimento acabaria. E quando as emoções não podiam estar mais a flor da pele, Rodgers conecta um passe sensacional para Geronimo Allison, que foi cortando pelo campo, e conquistando cada vez mais jardas, quando foi derrubado perto da endzone. Pronto, só precisávamos que Crosby acertasse o field goal. Prendemos a respiração, o coração praticamente saltava pela boca, e então… ENTROU! Quebrando duas maldições, com uma “cajadada” só. Nesse caso, com um chute, após uma incrível jogada.